DISSERTAÇÃO:
"Conceder a palavra às crianças não significa fazer-lhes perguntas e fazer com que responda aquela criança que levantou a mão em primeiro lugar [...]. Conceder a palavra às crianças significa, pelo contrário, dar a elas as condições de se expressarem."(TONUCCI, 2005).
sexta-feira, 27 de julho de 2018
quarta-feira, 9 de maio de 2018
Nota de repúdio a LeiMunicipal de Petrolina, nº 3.012/2018
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Nota de repúdio a LeiMunicipal de
Petrolina, nº 3.012/2018
O Núcleo de Estudos e Práticas sobre Infâncias e Educação Infantil (NUPIE), da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), torna público sua nota de repúdio a LeiMunicipal de Petrolina, nº 3.012/2018, de autoria do vereador Rodrigo Teixeira Araújo (PSC), que proíbe o acesso de jovens menores de 18 anos em exposições de obras e espetáculos que contenham nudez, conteúdo devasso, libidinoso ou imoral, ainda que com a autorização dos pais.
O NUPIE, que vem trabalhando na perspectiva da criança como sujeito de direito, inclusive na valorização da família por vínculos saudáveis, compreende que essa Lei é totalmente descabida por três principais razões:
1) O próprio Estatuto da Criança e do Adolescente já garante a proteção quanto as explorações e sujeições em contextos que maculem a integridade (há leis que já estabelecem limites de idades para certas programações);
2) A inconsistente Lei fere com o direito dos pais avaliarem o que é pertinente para seus filhos – isto é gravíssimo do ponto de vista do direito da família;
3) Por fim, a deplorável Lei é essencialmente moral porque fala em termos de “conteúdo devasso, libidinoso ou imoral” . Isto coloca a situação em um patamar subjetivo e sob avaliação de um sensor que ninguém sabe quem é.
Os possíveis desdobramentos dessa Lei são nefastos, mesmo que tenha um suposto verniz de proteção a infância e a adolescência. Indica, assim, um moralismo medievo, um retrocesso não só do ponto de vista das políticas voltadas a infância, a adolescência e família, como também um golpe a arte e ao estado de direito.
NUPIE lamenta profundamente que os legisladores municipais (pelo menos alguns), numa repetição ignorante (outros municípios brasileiros fizeram algo parecido sob a hipócrita bandeira “da moral e dos bons costumes”), gastem tempo e recursos públicos com coisas dessa natureza, numa desproporcional falta de sentido, afinal todo esse empreendimento poderia estar voltado para potencializar as artes, a educação e mesmo dar dignidade as crianças e adolescentes, inclusive aquelas que vivem nas ruas.
segunda-feira, 30 de abril de 2018
DISSERTAÇÃO - ADOLESCÊNCIA E VIOLÊNCIA VIRTUAL: estudo de experiências com o Cyberbullying
ADOLESCÊNCIA E VIOLÊNCIA VIRTUAL: estudo de experiências com o Cyberbullying
Liberalina Santos de Souza Gondim
Pós-Graduação em Psicologia – PPGPSI da Universidade Federal do Vale do São Francisco – UNIVASF
DISSERTAÇÃO: REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DE ESCOLA PARA CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO NO CAMPO
REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DE ESCOLA PARA CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO NO CAMPO:
Um estudo exploratório
POLLYANA DIAS TOBIAS
Mestrado em Psicologia - UNIVASF
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terça-feira, 3 de abril de 2018
Entrevista sobre o Serviço para Pais
"Pais e cuidadores de crianças e adolescentes podem se deparar diariamente com diversas situações que exigem uma solução rápida e sábia, mas nem sempre sabem como lidar com os conflitos. Para auxiliar na convivência familiar, o Centro de Estudo e Práticas em Psicologia da Universidade Federal do Vale do São Francisco oferece um serviço de orientação para esse público".
A psicóloga Melina Pereira, da UNIVASF / CEPPSI e coordenadora do NUPIE, fala sobre o serviço para pais em uma entrevista dada a TV CAATINGA.
Assista a entrevista : Entrevista sobre o Serviço para Pais
segunda-feira, 2 de abril de 2018
Cuidado, Autoridade e Comunicação nas Relações Parentais
Josefa
Eugênia Tenório Tavares
(Estagiária
de Psicologia - Univasf)
Uma questão que pode causar dúvidas entre os cuidadores na educação das crianças e adolescentes é como conciliar autoridade e cuidado, em outros termos seria saber como estabelecer uma relação adequando limites e carinho.
A
compreensão mais comum (muitas vezes inconsciente) é de que para garantir uma
boa educação seria preciso impor regras e, autoritariamente, mantê-las. É como
se os educadores não entendessem a necessidade de explicar os sentidos das
regras, fazendo que sejam apenas cumpridas, mesmo através da força.
Por
outro lado, alguns cuidadores confundem cuidado com o agradar a criança não
estabelecendo limites. Importante ressaltar que estabelecer limites está
relacionado com a responsabilização na educação da criança ou adolescente e
também com o cuidado. O estabelecer limites de modo dialogado é uma forma de
cuidado e ajuda a criança a desenvolver responsabilidades.
Assim,
o sentido de autoridade é muitas vezes incompreendido por cuidadores, como
manter uma relação de respeito, estabelecendo limites e ao mesmo tempo
dialogada e carinhosa.
É
importante que exista uma relação de respeito mútuo, na qual a autoridade não é
imposta, mas compreendida como cuidado. Algo que pode ser considerado como
crucial para possibilitar uma relação de respeito é a existência de qualidade
na comunicação entre cuidadores e crianças/adolescentes.
Em
uma comunicação de qualidade, um aspecto favorável é o estabelecimento da
relação entre a necessidade de limites e o cuidado. Ou seja, é propício para a
comunicação esclarecer motivações, necessidades e consequências das atitudes,
bem como o diálogo e a busca da compreensão dos sentimentos envolvidos.
Dessa
forma, o famoso “por que?”, tão comum entre as crianças e os adolescentes, por
exemplo, requer, sim, atenção e esclarecimento, em vez de uma simples resposta
“porque eu mando”.
Portanto,
é preciso que os cuidadores conciliem cuidado e autoridade, carinho e limites,
sobretudo via uma comunicação com qualidade. Por fim, é válido lembrar que
autoridade não deve visar simplesmente o controle, mas deve ser entendida como
um princípio educativo, de maneira carinhosa e com limites, dando espaço para a
expressão da criança ou adolescente como forma de cuidado.
terça-feira, 13 de março de 2018
Dissertação sobre divórcio
A dissertação de Andreza Maia Silva Barbosa, intitulada "NINGUÉM CASA PENSANDO EM SEPARAR”: REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DE PESSOAS COM UNIÕES DESFEITAS SOBRE SEPARAÇÃO E/OU DIVÓRCIO" é mais um trabalho concluído do Mestrado de Psicologia da Univasf.
Neste trabalho, defendido no começo de 2018 e orientado pela Profª. Drª. Susanne Pinheiro Costa e Silva, a questão da separação e ou divórcio é abordada via a Representação Social.
Leia a dissertação na íntegra.
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